sexta-feira, 22 de junho de 2012

O valor da amizade




Amigos são pessoas para se contar em todas as horas, são aquela que sabem tudo sobre nós, qualidades, defeitos, segredos, mas mesmo assim continuam ao nosso lado.
Uma vez ouvi dizer que amigos de verdade a gente conta nos dedos de uma mão só. Amigo não é só aquele que sai com você em festas, baladas, mas sim aquele que te vê perto de um perigo imenso e te avisa o risco que você está correndo, e mesmo se você chegar ao fundo do poço e te ajuda a reerguer novamente.
Na minha opinião, amigos são irmão que escolhemos ter ao nosso lado Amigos verdadeiros temos apenas um, os outros são apenas colegas.
Colegas conquistamos e perdemos, amigos são para a vida inteira.
Considero um amigo verdadeiro aquele que briga com você quando você está errado, mas mesmo estando certo te pede desculpas, porque não consegue ficar sem a sua companhia.
Para encerrar digo: Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade de tempo que vivemos com cada um.


Naiara Cristina e Rayssa Aparecida – 1ºE – 2012

A monotonia inesperada




Em uma pacata cidade ao interior de Minas Gerais, morava um casal aparentemente feliz. Eles levavam uma vida tranqüila e monótona. Essa monotonia fez com que o rapaz fosse procurar a felicidade fora do casamento. Mas não pensava que sua mulher desconfiara e mandara um detetive para investigar sua vida.
Em um dia, aparentemente igual a todos, sua mulher resolveu ouvir o seu lado da história. Quando menos perceberam já estavam brigando. Sua filha, uma menina de cinco anos que assistia à briga com medo e assustada, foi ao jardim de sua casa para apanhar uma flor para levar aos pais, com o intuito de promover a paz entre eles.
Ela estava chegando a sala de estar, local onde estavam seu pai e sua mãe, quando ouviu dois disparos. Olhou para o céu e começou a chorar desesperadamente.
E no velório de seus pais, ela levou aquela mesma flor para seu enterrada junto a seus pais E, naquele sepultamento, a maior lição quem deu foi ela: Fiz o que pude, eles nada fizeram em troca. Apesar disso reconheço que eles são responsáveis pela minha existência e me resta a saudade dos bons momentos vividos.


Júlia Fernanda e Julimar Rocha – 1ºF - 2012

Jardim das flores


Ando pelo campo, procuro flores, pois são tão belas e perfumadas. Existe um campo florido em minha fazenda, tem várias flores., as minhas preferidas são os girassóis, são tão belos.
Sempre que vou a esse campo vejo uma linda menina, que sempre veste roupas brancas, até parece um anjo que aparece todos os dias ali para me proteger. Todos os dias eu brinco e converso com ela, mas ela sempre fica calada, mas sempre de olhos e sorriso abertos. Ela também adora flores, pelo jeito que ela as olha, nem precisa dizer.
Ficamos nesse campo até anoitecer, adoro ficar junto dela, quando vou embora a convido para ir em minha casa, e ela fica quieta, quando vejo mamãe, e ela me chama, digo que já estou indo. Mas depois que me viro, para chamá-la, ela não está mais lá, não fico triste pois sei que ela estará lá todos os dias no jardim das flores.





Daiana Dorotéia e Jaqueline Fernandes – 1ºD – 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Assunto



O fato que podemos citar nesse assunto é o que venho observando em várias pessoas, em determinadas situações. Como elas conseguem ser alienadas tão facilmente por meras coisas insignificantes, e muitas vezes essas pessoas nem precisam sair de casa para isso ocorrer. Sabendo-se que nenhuma pessoa é igual a outra não podemos descartar que determinadas pessoas são bombardeadas, todos os dias, por determinadas fontes de informação diferentes, e ao mesmo tempo distorcidas, que levam cada pessoa a interpretar e ter pensamentos diferentes.
Temos várias fontes de informação, que podem ou não alienar, , dependendo de sua concepção, como por exemplo a tv que mostra e ao mesmo tempo ensina o gosto pela luxúria, vaidade, ganância, mentira, entre outras coisas. A tv, que mostra apenas o que as pessoas querem ver, e é ela também que só vive de tragédias. Essa é a tv que você vê, uma tv racista que esconde isso por mensagens subliminares.
É por isso que eu prefiro um bom livro.




Emerson - 1ºE - 2012

Querido diário


Dois adolescentes que agiam completamente diferente, ela agia pela emoção e ela pela razão. Sungo ela, eles foram feitos para ficar juntos, independente do que aconteça. Segundo ele, bom, ninguém sabe ao certo. Ele não é muito de demonstrar seus sentimentos.
A garota te um certo medo do garoto não gostar realmente dela, mas no fundo ela tem esperança de que tudo que esse garoto fala para ela seja verdade. A garota tem medo, porque em um dia o garoto diz se importar com ela e no outro nem ao menos fala oi.
Essa garota, há muito tempo havia falado para ele que gostava dele, mas ele se faz de bobo e diz que não lembra disso.
Segundo ele, a garota que deve ir atrás dele, já que ela disse que gostava dele, ela que vá atrás, ele não vai falar que gosta dela, porque tem medo do que os amigos dele irão falar.
Bem, fica por isso, ele realmente gosta dela, mas não vai atrás por orgulho e ela não vai atrás dele por medo dele não gostar realmente dela.
E no fim, dois corações que nasceram para ficar juntos, ficam separados por orgulho e medo.
16 de maio, mais uma folha cheia de sentimentos...



Bianca de Oliveira Frenhan - 1ºG - 2012

O que eu diria para você?



Se você estivesse no chão, falaria que sou teu anjo e te carrego pela mão;
Se você estivesse no auge da carreira, falaria que não te trago ouro, porque ele não entra no céu;
Se você estivesse muito feliz, diria que o teu sorriso me faz viver;
Se você precisasse de um abraço, diria que te espero de braços abertos;
Se estivesse em um abismo, diria para não desistir pois é depois de uma grande dificuldade que aparece uma grande recompensa;
Se você estivesse triste diria que o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo;
E no fim de tudo, te dizer obrigado por estar aqui. Pois a cada momento que te ajudei venci uma barreira na minha vida!



Gabriel Gustavo - 1ºD- 2012

Um segundo de loucura



Eu nunca imaginei fazer isso. Mas, em uma fração de segundos, eu fiz. Eu desisti do amor. Justo eu, que tinha a visão mais  incrível do mundo em relação ao amor, desisti. Doeu. Doeu tanto essa desistência. Mas que motivos tinha para continuar investindo? Há tempos que eu já não sorria. Meu amor havia perdido sua essência. Meus amor havia me esquecido.
Jamais  eu esqueceria o amor... O meu amor. Mas  meu amor me esqueceu. Por quanto tempo eu passei despercebida, chorei sem ser notada, me matei por dentro e por fora. E quase ninguém viu. Meu amor não viu.
Debrucei-me numa carência que me envolvia por inteira. Carência de carinho, amor. Carência de abraço.
É diferente você estar carente de abraço e estar carente de um determinado abraço. Mas eu nem me lembro qual foi a última vez que o amor me abraçou.
O meu amor já não era amor. Já não me fazia sentir amor. E com isso eu desisti. Não desisti porque cansei. Quem desiste do amor porque cansa, não ama de verdade. Eu desisti porque ele desistiu de mim, enjoou-se de mim. Acho que não amou. Não me amou. Talvez imaginou o amor, olhou em mim e pensou que o era. Mas depois viu que se enganou.
O amor me deu motivos suficientes para eu desistir, para eu perder a vontade de amar pelo resto de minha vida. E foi o que aconteceu. Perdi a vontade de viver e de amar. Principalmente a vontade de viver. Nessa fração de segundo em que eu desisti do amor, eu enxerguei um flash black e todo o tempo que  amei. De tudo que passei, chorei e vivi.  E vi que por mais que eu havia sofrido, nada foi em vão. Eu tinha de enrijecer meu coração  e por em mente que desistir do amor era falta de amor próprio. Desistir era desaprender tudo que a vida havia ensinado.
E lá fui eu. Envolvida naquele sentimento enternecedor que me seduzia cada vez mais. E que a cada vez que me derrubava, me fazia levantar mil vezes mais forte, mas sábia, mais madura e com uma capacidade maior de entender o que é amor. O que é sentir amor. Saber que mesmo o amor que te derruba vai te deixar em pé. Saber que o amor é humorista e muitas vezes vai brincar com você, por mais que a brincadeira não te fala rir e sim chorar.
Lá fui eu. Disposta a me lembrar do amor que havia me esquecido. Disposta a me comprometer que não há tombos que me deixe no chão. E que não há ferida que  não se cure. Lá fui eu. Tirando da cabeça aquela ideia maluca de desistir de amar. Retomei a sã consciência e vi que a vida vai muito além do que a gente imagine que é. E que ainda há muito o que descobrir. Lá fui eu, investir mais uma vez no que eu sabia que me faria sofrer de novo. Mas muito além, me faria viver. Aprender. Lá fui eu, louca, amar de novo.
Lá fui eu.



Maria Bárbara - 1ºE - 2012

A fé move esperanças



Marcela, aos seus 16 anos desenvolveu um tumor maligno em sua cabeça, tudo mudou de tal forma que não conseguia comandar seu próprio corpo. Sua vida mudou totalmente, sua rotina mudou e sua alegria acabou. O fato de não poder nem mesmo se levantar, se tornou causa e muito sofrimento na vida da jovem.
A decisão que médicos, de toda região, tomaram foi de realizar uma cirurgia que poderia tirar a vida de Marcela. Familiares da jovem concordaram  com a decisão, pois não havia outra saída. E concluíram que a fé move esperanças, a cura de marcela.
No dia seguinte Marcela já estava ciente das decisões tomadas, mesmo assustada resolveu seguir e fazer a cirurgia.
Finalmente chegou o dia, Marcela com grande fé deitou-se a mesa de cirurgia. E ali iniciou-se a busca de sua cura. Passaram-se cerca de 5 horas e os pais de Marcela receberam a notícia que a cirurgia fora realizada com sucesso.
Marcela, ainda meio inconsciente, logo espertou um sorriso que a muito tempo se ausentara de seu rosto.
O tempo passou, as cicatrizes se foram, e hoje Marcela aos seus 30 anos está totalmente realizada e feliz, como nunca.
A comovente conclusão de problemas, seja lá qual a dificuldade, é a grande fé que se esperta.



Renata da Silva Alves Vieira - 1ºE - 2012

A vida



A vida às vezes nos surpreende, nos deixa tristes, confusos, sem saber para onde ir.
Às vezes nos dá o que queremos, às vezes nos dá um tapa (daqueles!) na cara, para aprendermos que ela, a vida, nem sempre é como a  gente quer.
Não acredito em sorte, acredito em Deus. Acredito que tudo que temos e conquistamos vem, e é, dEle.
Muitas vezes chorei por ter achado que a vida tinha fechado as portar para mim, mas, no dia seguinte, percebia que era eu quem tinha fechado as portas para a vida,  e me fechado no meu mundinho.
Muitas vezes sorri, porque me vi diante de situações que pareciam ser tão simples de se resolver, mas eram problemas gigantes e eu estava esperançosa demais para perceber isso.
Cheguei a desistir, mas quando abri meus olhos me vi diante de uma pessoa majestosa e grandiosa: Deus. Foi ai que percebi que por mais escura que possa ter sido minha noite, Deus sempre terá um lindo amanhecer para mim.
Hoje, passo por provações, amas sei que com Deus posso ir além do que imagino,  e sei também que minha vida se encherá de bênçãos, pois estou no caminho de milagres.



Naiara Cristina Bilar - 1ºE - 2012

O amor e seus sinônimos



O amor tem vários sinônimos, cada pessoa descobre um.
Para muitos amor é sofrer, tem aqueles que acham que amor é coisa e velho, ou que amar as pessoas, hoje em dia, não tá com nada.
Mas para mim, amar é ter a certeza de que encontrou no outro tudo aquilo que você sempre quis. Às vezes nem é a pessoa perfeita, mas para você é. Mesmo com todos os defeitos dela você a aceita, porque a ama.



Maíra Cristine Alves - 1ºE - 2012

Adolescência



Em minha adolescência houve vários fatos importantes na minha vida.
Bom, tive que amadurecer muito quando soube que minha avó morreu, fiquei muito triste e magoada, mas eu nunca vou esquecer dela.
Quando eu completei doze anos comecei a gostar de um garoto, mas eu nunca admitia que gostava deve, eu só ficava o observando, até que um dia nos encontramos no meio da rua, e então ele me parou e perguntou se eu gostava dele. Eu era muito tímida, e não confessei que gostava dele, mas ele confessou que gostava de  mim, e então vários dias se passaram até que ele pediu para ficar comigo, perdi minha timidez e fiquei com ele. Dai nós ficamos mandando cartinhas um para o outro, mas o tempo foi passando  e nós nos distanciando. Eu disse para ele que ele era meu primeiro amor, e nós já não nos falávamos mais, sofri muito com a distância, mas eu superei.
Quando completei quatorze anos minha mãe me deixou sair a noite pela primeira vez, com minhas primas, então fui conhecendo gente nova, até que tive vários amores , era muito bom.
Minha mãe começou a passar dificuldades, entramos em crise, e a única pessoa que nos sustentava, minha mãe, meus irmãos e eu, era meu padrasto. Mas com o passar do tempo fomos superando essas crises.
Houve uma época que eu ficava na rua com minhas amigas, saia cedo e voltava tarde, minha mãe se preocupava comigo e eu nem ligava, ficava no meio de pessoas que usavam drogas com minhas amigas, só fazia bagunça, ia para rua e chegava em casa tarde.
Até que um dia minha mãe me viu com essas pessoas, arrumou minhas malas e disse que eu iria morar com meu pai. Eu chorei, pedi perdão, implorei, mas nada adiantou, até que meu padrasto convenceu minha mãe , e ela me deixou ficar. Até prometi a ela que iria melhorar.
Quando completei  quinze anos, meu primo apresentou um colega dele, e eu me apaixonei. Hoje nós dois somos muito amigos, mas eu continuo apaixonada nele, ele não sabe de nada, mas vale a pena.
Amadureci muito, hoje estudo para correr atras dos meus sonhos, para falar a verdade estou adorando essa fase da adolescência.



Norma Luiz - 1ºG - 2012

Sentimentos de uma garota


Por muitas vezes ouvi falar de garotinhas que, quase sempre sem motivo, choravam para que as mães perguntassem o motivo e as pegassem no colo, para mimar.
Bom, eu já choro bem baixinho, para que ninguém, nem mesmo minha mãe, pergunte o que se passa. Pois meus motivos já não são de uma garotinha, e sim de uma adolescente em crise. Eu queria voltar no tempo e chorar por mais uma vez por joelhos ralados ou brinquedos e doces, ao invés de corações partidos.
Mas a vida é assim mesmo, e que graça teria sorrir o tempo todo e não ter um momento de tristeza, para você ver depois que todas aquelas lágrimas valeram a pena. Pois é como sempre dizem: "depois de chorar por uma noite inteira,  a alegria sempre vem pela manhã."



Maria Gabriela - 1ºE - 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Crônicas

Temos trabalhado com crônicas, e ai vai um texto, bem legal, que lemos para entender (ou não) o que é isso:



A Crônica e o Ovo 

Luís Fernando Veríssimo



A discussão sobre o que é, exatamente, crônica, é quase tão antiga quanto aquela sobre a genealogia da galinha. Se um texto é crônica, conto ou outra coisa interessa aos estudiosos de literatura, assim como se o que nasceu primeiro foi o ovo ou a galinha, interessa aos zoólogos, geneticistas, historiadores e (suponho) o galo, mas não deve preocupar nem o produtor nem o consumidor. Nem a mim nem a você.
Eu me coloco na posição da galinha. Sem piadas, por favor. Duvido que a galinha tenha uma teoria sobre o ovo, ou, na hora de botá-lo, qualquer tipo de hesitação filosófica. Se tivesse, provavelmente não botaria o ovo. É da sua natureza botar ovos, ela jamais se pergunta “Meu Deus, o que eu estou fazendo?” Da mesma forma o escritor diante do papel em branco (ou, hoje em dia, da tela limpa do computador) não pode ficar se policiando para só “botar textos que se enquadrem em alguma definição técnica de “crônica”.
Há uma diferença entre o cronista e a galinha, além das óbvias (a galinha é menor e mais nervosa). Por uma questão funcional, o ovo tem sempre o mesmo formato, coincidentemente oval. O cronista também precisa respeitar certas convenções e limites, mas está livre para produzir seus ovos em qualquer formato. Nesta coleção, existem textos que são contos, outros que são paródias, outros que são puros exercícios de estilo ou simples anedotas e até alguns que se submetem ao conceito acadêmico de crônica. Ao contrário da galinha, podemos decidir se o ovo do dia será listado, fosforescente ou quadrado.
Você, que é o consumidor do ovo e do texto, só tem que saboreá-lo e decidir se é bom ou ruim, não se é crônica ou não é. Os textos estão na mesa: fritos, estrelados, quentes, mexidos… Você só precisa de um bom apetite.

(“O nariz e outras crônicas”, Para gostar de ler, volume 14, texto do prefácio)

Logo começo a postar crônicas do pessoal! 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

3, 2, 1... Já!


Bom pessoal, meu nome é Susana curso Letras na Universidade Federal de Alfenas, sou bolsista do PIBID na Escola Estadual Dr Emílio Silveira, em Alfenas. Neste blog postarei textos dos alunos que acompanho... O blog serve pra trocarmos textos (e outra coisas) legais, compartilhar ideias, conversar, enfim! 



Boa leitura, e vamos lá! =D